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No dia 14 foi o Dia da Liberdade do pensamento e do Doente, que rica coincidência porque o pensamento é o maior exemplo do abstrato, pois várias pessoas podem ver e ouvir a mesma coisa e darem interpretação diferente.

Pensar e falar é um direito garantido na maioria das constituições, é muito grave nas que não, pois ninguém devia proibir quem quer quem seja de falar o que pensa.

Alguém já disse mais o menos assim: Discordo em número e gênero do teu pensamento mas morrerei pelo direto de dizeres o que pensa. Essa máxima é algo divino, maravilhoso é o suprassumo da democracia, sintoma absoluto de liberdade, da ampla e irrestrita condição do ser humano definir o respeito que devemos ter por todas as pessoas a partir do que elas pensam, tolerância.

Digo que isso e uma forma indelével do começo ao amor ao próximo, onde o homem pode resolver todas as diferenças, iniciando justamente por ai.

Lamento muito que mentes do diabólicas, mesquinhas, invejosas, prepotentes, que assumem qualquer mando, antes discursando sobre liberdade e depois no poder sendo o primeiro a conspirar contra ela, usando de meios macabros, se ocupando da mídia, das artes sem nexo, para adormecer as almas, embrutecer o espírito, alienando o ser, tornando-o escravo do nada, de si mesmo, por necessidades sem importância.

Por isso exclamei no começo dessas linhas sobre a curiosa coincidência de ser hoje o dia da liberdade de pensar e do doente, afirmando agora que doentes são todos os que pensão em escravizar o ser, e doentes estão todos que se deixam aprisionar pelos cantos da sereia global que nos diz: “que mal tem isso ou aquilo”, quanto exatamente é ai que mora toda a maldade.

Conjugando o verbo pensar, lembro que eu penso, tu pensas, ele pensa, nós pensamos e vós pensais naquilo que mais deseja para si, quando o segredo seria pensar na quilo que fosse melhor para todos.

Para pensar: Pense!